Nervo – Colectivo de Poesia

NERVO/27

“São filhos do meu tédio e duma dor qualquer Meus sonhos de NERVOS horrivelmente histéricos Como as larvas ruins dos corpos cadavéricos Ou como a inspiração de Charles Baudelaire.”
(José Duro, in “Fel”)

NERVO/26

“São filhos do meu tédio e duma dor qualquer Meus sonhos de NERVOS horrivelmente histéricos Como as larvas ruins dos corpos cadavéricos Ou como a inspiração de Charles Baudelaire.”
(José Duro, in “Fel”)

NERVO/25

“São filhos do meu tédio e duma dor qualquer Meus sonhos de NERVOS horrivelmente histéricos Como as larvas ruins dos corpos cadavéricos Ou como a inspiração de Charles Baudelaire.”
(José Duro, in “Fel”)

NERVO/24

“São filhos do meu tédio e duma dor qualquer Meus sonhos de NERVOS horrivelmente histéricos Como as larvas ruins dos corpos cadavéricos Ou como a inspiração de Charles Baudelaire.”
(José Duro, in “Fel”)

Maria Teresa Horta

Da língua da minha
pátria
vê-se o feminino
das palavras da escrita
tinta e pena
onde navegam os versos
e a saudade
as lágrimas salgadas
de um poema