NERVO/27

“São filhos do meu tédio e duma dor qualquer Meus sonhos de NERVOS horrivelmente histéricos Como as larvas ruins dos corpos cadavéricos Ou como a inspiração de Charles Baudelaire.”
(José Duro, in “Fel”)
NERVO/26

“São filhos do meu tédio e duma dor qualquer Meus sonhos de NERVOS horrivelmente histéricos Como as larvas ruins dos corpos cadavéricos Ou como a inspiração de Charles Baudelaire.”
(José Duro, in “Fel”)
NERVO/25

“São filhos do meu tédio e duma dor qualquer Meus sonhos de NERVOS horrivelmente histéricos Como as larvas ruins dos corpos cadavéricos Ou como a inspiração de Charles Baudelaire.”
(José Duro, in “Fel”)
Os Nervos da voz II
II Círculo de Poesia – Bosque de Freixos – 31-05-2025
NERVO/24

“São filhos do meu tédio e duma dor qualquer Meus sonhos de NERVOS horrivelmente histéricos Como as larvas ruins dos corpos cadavéricos Ou como a inspiração de Charles Baudelaire.”
(José Duro, in “Fel”)
O improvável novo fôlego das revistas
Jornal de Notícias – 10-02-2019
Maria Teresa Horta
Da língua da minha
pátria
vê-se o feminino
das palavras da escrita
tinta e pena
onde navegam os versos
e a saudade
as lágrimas salgadas
de um poema
Poetas de hoje
Nervo 1
Biblioteca Municipal do Entroncamento
Apresentação na Biblioteca Municipal do Entroncamento